Pensamos em desenhar o Homem-Rancor, mas preferimos apenas escrever as suas desventuras. Use a imaginação (ainda que o dito cujo não acredite que alguém possa tê-la) para descobrir como é o Homem-Rancor. Preferimos não desenhá-lo também por questão de higiene. Eis a primeira história:
O Homem-Rancor abre a janela e fala:
Que sol bonito! Que nuvens lindas! Que canto mais mavioso desse passarinho!
O Homem-Rancor fecha a janela com toda a violência e grita, mordendo o travesseiro:
Tá tudo certo com o mundo! Que raaaaaaaaaaaaaaiva!!
Não perca as próximas aventuras do Homem-Rancor e tente descobrir sua identidade secreta. Uma dica: ele é o mais ilustre imbecil desta cidade.




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